Flamengo: Diego Alves terá contrato rescindido se não se desculpar por

22/10/2018

Diego Alves durante clássico entre Flamengo e Fluminense, pelo Brasileirão

O goleiro Diego Alves pode ter seu contrato rescindido pelo Flamengo.
Isso acontecerá se ele não pedir desculpas por não ter viajado a Curitiba, onde o time rubro-negro goleou o Paraná Clube no último domingo, após se revoltar por ter sido colocado na reserva de César.
A atitude do experiente arqueiro repercutiu muito mal junto ao grupo de atletas, e a diretoria tomará medidas drásticas caso ele não se retrate durante a reapresentação do elenco, que acontecerá nesta terça-feira.
Desde o último domingo, o Departamento Jurídico do Fla estuda as cláusulas do contrato do ex-Valencia, que chegou à Gávea em julho do ano passado.
O vice de futebol rubro-negro, Ricardo Lomba, está em contato direto com o diretor-executivo do clube, Carlos Noval, que já conversou com o agente do arqueiro e comunicou as possibilidades.
Agora, tudo vai depender da atitude do camisa 1 na reapresentação de terça-feira.
Diego Alves soma 68 jogos com a camisa flamenguista desde que foi contratado, mas vem sendo criticado por ter cometido falhas cruciais em jogos recentes, como nas derrotas para Ceará, pelo Campeonato Brasileiro, e Corinthians, pela Copa do Brasil.
O Fla volta a campo no próximo sábado, quando encara o Palmeiras, pela 31ª rodada do Brasileirão, no Maracanã.
FONTE MSN 

Marina declara voto em Haddad no 2º turno: 'Farei oposição crítica'

22/10/2018

Marina Silva declara "voto crítico" em Fernando Haddad.

Em nota oficial divulgada nesta segunda-feira (22), a ex-senadora Marina Silva (Rede) declarou apoio ao candidato à Presidência Fernando Haddad (PT).
No texto, ela reforçou o seu posicionamento de que vai fazer parte a "oposição crítica" em um eventual governo do PT, mas considerou Haddad o candidato do "pelo menos".
"Pelo menos, e ainda bem, não prega a extinção dos direitos dos índios, a discriminação das minorias, a repressão aos movimentos, o aviltamento ainda maior das mulheres, negros e pobres, o fim da base legal e das estruturas da proteção ambiental."
De acordo com Marina Silva, o partido dos trabalhadores não fez a autocrítica necessária após as denúncias de corrupção envolvendo os seus políticos.
"Não assumem graves prejuízos causados pela sua prática política predatória, sustentada pela falta de ética e pela corrupção que a Operação Lava-Jato revelou, além de uma visão da economia que está na origem dessa grave crise econômica e social que o país enfrenta."
Ainda, criticou a incapacidade da estratégia petista de inspirar uma frente ampla, democrática e progressista: "Mantém o jogo do faz-de-conta do desespero eleitoral, segue firme no universo do marketing."
Apesar das críticas ao PT, a ex-senadora afirmou que a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) "é um projeto que mostra pouco apreço à regras democráticas".
"Ele acumula manifestações irresponsáveis e levianas a respeito das instituições públicas e põe em cheque as conquistas históricas desde a Constituinte de 1988."
Ainda, considera que um eventual governo do candidato do PSL coloca em risco estruturas de proteção ambiental conquistadas ao longo dos últimos anos.
Marina também afirmou que o militar da reserva minimiza "a importância de direitos e da diversidade existente na sociedade, promovendo a incitação sistemática ao ódio, à violência, à discriminação".
Outro fator considerado pela ex-senadora, de acordo com o texto, foi a sua "consciência cristã".
"É um engano pensar que a invocação ao nome de Deus pela campanha de Bolsonaro tem o objetivo de fazer o sistema político retornar aos fundamentos éticos orientados pela fé cristã que são tão presentes em toda a cultura ocidental", disse.
Diante do pior risco iminente, de ações que, como diz Hannah Arendt, "destroem sempre que surgem", "banalizando o mal", propugnadas pela campanha do candidato Bolsonaro, darei um voto crítico e farei oposição democrática a uma pessoa que, "pelo menos" e ainda bem, não prega a extinção dos direitos dos índios, a discriminação das minorias, a repressão aos movimentos, o aviltamento ainda maior das mulheres, negros e pobres, o fim da base legal e das estruturas da proteção ambiental, que é o professor Fernando Haddad.
Leia aqui o texto na íntegra:

POSICIONAMENTO NO SEGUNDO TURNO
Neste segundo turno a Rede Sustentabilidade já recomendou a seus filiados e simpatizantes que não votem em Bolsonaro, pelo perigo que sua campanha anuncia contra a democracia, o meio-ambiente, os direitos civis e o respeito à diversidade existente em nossa sociedade.
Do outro lado, a frente política autointitulada democrática e progressista não se mostra capaz de inspirar uma aliança ou mesmo uma composição. Mantém o jogo do faz-de-conta do desespero eleitoral, segue firme no universo do marketing, sem que o candidato inspire-se na gravidade do momento para virar a própria mesa, fazer uma autocrítica corajosa e tentar ser o eixo de uma alternativa democrática verdadeira. Alianças vêm de propósitos comuns, de valores políticos e éticos, de programas e projetos compartilhados, que só são possíveis em um ambiente de confiança em que, diante de inaceitáveis e inegáveis erros, a crítica é livre e a autocrítica é sincera.
Cada um de nós tem, em sua consciência, os valores que definem seu voto. Sei que, com apenas 1% de votação no primeiro turno, a importância de minha manifestação, numa lógica eleitoral restrita, é puramente simbólica. Mas é meu dever ético e político fazê-la.
Importa destacar que, como já afirmei ao final do primeiro turno, serei oposição, independentemente de quem seja o próximo presidente do Brasil, e continuarei minha luta histórica por um país politicamente democrático, economicamente próspero, socialmente justo, culturalmente diverso, ambientalmente sustentável, livre da corrupção, e empenhado em se preparar para um futuro no qual os grandes equívocos do modelo de desenvolvimento sejam superados por uma nova concepção de qualidade de vida, de justiça, de objetivos pessoais e coletivos. O meu apoio à Operação Lava-jato, desde o início, faz parte dessa concepção, na qual o Estado não é um bunker de poder de grupos, mas um instrumento de procura do bem público.
Vejo no projeto político defendido pelo candidato Bolsonaro, risco imediato para três princípios fundamentais da minha prática política: primeiro, promete desmontar a estrutura de proteção ambiental conquistada ao longo de décadas, por gerações de ambientalistas, fazendo uso de argumentos grotescos, tecnicamente insustentáveis e desinformados. Chega ao absurdo de anunciar a incorporação do Ministério do Meio Ambiente ao Ministério da Agricultura. Com isso, atenta contra o interesse da sociedade e o futuro do país. Ademais, desconsidera os direitos das comunidades indígenas e quilombolas, anunciando que não será demarcado mais um centímetro de suas terras, repetindo discursos que já estão desmoralizados e cabalmente rebatidos desde o início da segunda metade do século passado. Segundo, é um projeto que minimiza a importância de direitos e da diversidade existente na sociedade, promovendo a incitação sistemática ao ódio, à violência, à discriminação. Por fim, em terceiro lugar, é um projeto que mostra pouco apreço às regras democráticas, acumula manifestações irresponsáveis e levianas a respeito das instituições públicas e põe em cheque as conquistas históricas desde a Constituinte de 1988.
Por sua vez, a campanha de Haddad, embora afirmando no discurso a democracia e os direitos sociais, evocando inclusive algumas boas ações e políticas públicas que, de fato, realizaram na área social em seus governos, escondem e não assumem os graves prejuízos causados pela sua prática política predatória, sustentada pela falta de ética e pela corrupção que a Operação Lava-Jato revelou, além de uma visão da economia que está na origem dessa grave crise econômica e social que o país enfrenta.
Os dirigentes petistas construíram um projeto de poder pelo poder, pouco afeito à alternância democrática e sempre autocomplacente: as realizações são infladas, não há erros, não há o que mudar.
Ao qualificar ambos os candidatos desta forma, não tenho a intenção de ofender seus eleitores, milhões de pessoas que acreditam sinceramente em um deles ou que recusam o outro, com muitas e justificadas razões. E creio que os xingamentos e acusações trocados nas redes sociais e nas ruas só trazem prejuízos à democracia, mas é visível que, na maioria das vezes, essas atitudes são estimuladas pelos discursos dos candidatos e de seus apoiadores. A política democrática deve estar fortemente aliançada no respeito à Constituição e às instituições, exercida em um ambiente de cultura de paz e não-violência.
Outro motivo importante para a definição e declaração de meu voto é a minha consciência cristã, valor central em minha vida. Muitos parecem esquecer, mas Jesus foi severo em palavras e duro em atitudes com os que têm dificuldade de entender o mandamento máximo do amor.
É um engano pensar que a invocação ao nome de Deus pela campanha de Bolsonaro tem o objetivo de fazer o sistema político retornar aos fundamentos éticos orientados pela fé cristã que são tão presentes em toda a cultura ocidental. A pregação de ódio contra as minorias frágeis, a opção por um sistema econômico que nega direitos e um sistema social que premia a injustiça, faz da campanha de Bolsonaro um passo adiante na degradação da natureza, da coesão social e da civilização. Não é um retorno genuíno ao mandamento do amor, é uma indefensável regressão e, portanto, uma forma de utilizar o nome de Deus em vão.
É melhor prevenir. Crimes de lesa humanidade não tem como se possa reparar. E nem adianta contar com o alívio do esquecimento trazido pelo tempo se algo irreparável acontecer. Crimes de lesa humanidade o tempo não apaga, permanecem como lição amarga, embora nem todos a aprendam.
Todas essas reflexões me inquietam, mas mostram o caminho da firmeza, do equilíbrio na análise e a necessidade de pagar o preço da coerência, seja ele qual for.
E assim chegamos, neste segundo turno, ao ponto extremo de uma narrativa antiga na política brasileira, a do “rouba, mas faz” e depois, do “rouba, mas faz reformas”, mas ajuda os pobres, mas é de direita, mas é de esquerda etc. De reducionismo em reducionismo, inauguramos agora o triste tempo do "pelo menos”.
Diante do pior risco iminente, de ações que, como diz Hannah Arendt, “destroem sempre que surgem”, “banalizando o mal”, propugnadas pela campanha do candidato Bolsonaro, darei um voto crítico e farei oposição democrática a uma pessoa que, “pelo menos” e ainda bem, não prega a extinção dos direitos dos índios, a discriminação das minorias, a repressão aos movimentos, o aviltamento ainda maior das mulheres, negros e pobres, o fim da base legal e das estruturas da proteção ambiental, que é o professor Fernando Haddad.

Marina Silva, que já obteve cerca de 22 milhões de votos como 3ª colocada na eleição presidencial de 2014, e chegou a ser considerada uma "terceira via" entre partidos de direita ou esquerda no Brasil, mas terminou o 1º turno das eleições deste ano em 8º lugar, com pouco mais de 1 milhão de votos.

FONTE MSN

Sertanejos Fábio e Guilherme morrem em acidente de carro

22/10/2018

Crédito: Reprodução/Instagram

Os irmãos Fábio e Guilherme, que formavam dupla sertaneja, morreram nesse domingo (21), por conta de acidente na Rodovia Altino Arantes, em Batatais, no interior de São Paulo. As informações são do G1.

O carro que a dupla estava colidiu com uma carreta e acabou ficando embaixo do caminhão. De acordo com informações da Polícia Militar Rodoviária que foram obtidas também pelo G1, o caminhoneiro revelou que o motorista perdeu o controle da direção e acabou invadindo a pista contrária.

Após realização da necrópsia no Instituto Médico Legal (IML) de Franca, no interior de São Paulo, foi reconhecido os corpos dos irmãos. O velório e enterro da dupla será realizado em Passos, onde nasceram. No entanto, ainda não há previsão de local, data e horário.

Fábio e Guilherme firam conhecidos no mundo da música como os ‘Gordinhos’. Eles iniciaram a carreira no meio artístico em maio de 2009. A música mais conhecida da dupla se chama ‘Toalinha’ e conta com mais de 15,3 mil visualizações no YouTube.

FONTE ISTOÉ

Sem apoio do Congresso, Temer não deve votar reforma da Previdência

22/10/2018

Sem apoio do Congresso, Temer não deve votar reforma da Previdência

Em conversas reservadas, presidente tem avaliado que não há ambiente político e disposição congressual para a votação de uma proposta neste ano

Segundo relatos feitos à reportagem, ele tem avaliado em conversas reservadas que não há ambiente político e disposição congressual para a votação de uma proposta neste ano, mesmo que ela sofra alterações acordadas com o seu sucessor.

No mês passado, em viagem a Nova York, Temer disse que entraria em contato com o presidente eleito para tentar votar a iniciativa, porque, segundo ele, não haveria "preocupação de natureza eleitoral".
O alto índice de renovação da nova legislatura, contudo, atrapalhou os planos de Temer. Com mandatos próximos ao fim, parlamentares que não foram reeleitos sinalizaram ao Palácio do Planalto falta de interesse em apoiar a iniciativa.
Nas palavras de um assessor presidencial, se eles já foram castigados pelos eleitores por terem apoiado uma reforma impopular, não há motivo de serem expostos a novos protestos às vésperas de perderem o mandato.

"Não tem margem nenhuma para votação de uma reforma previdenciária neste ano. Há muitos deputados federais que estão machucados", avaliou o vice-presidente da Câmara, Fábio Ramalho (MDB-MG).

A resistência em apreciar a proposta até dezembro também tem sido apresentada por parlamentares que foram reeleitos.

O argumento é de que eles terão um maior poder de barganha junto a um novo governo, que terá de abrir negociação para compor uma base aliada que seja forte.

"Quem deve fazer essa reforma é o novo Congresso Nacional e quem deve encaminhar ou não é o novo presidente", disse o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).

Se já havia dificuldades em votar a proposta antes da campanha eleitoral, o clima piorou após o segundo turno.
 O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), cotado para ser ministro da Casa Civil de um eventual governo de Jair Bolsonaro (PSL), jogou água fria na expectativa de votar a iniciativa neste ano.

"Se ele ganhar a eleição no dia 28, que nós acreditamos que vai, nós vamos tratar desse assunto dia 1º de janeiro de 2019, nem um dia antes", afirmou.

A declaração, seguida de uma crítica de que a proposta sugerida pela atual gestão é uma "porcaria", irritou Temer, que vinha recebendo anteriormente acenos positivos da equipe de Bolsonaro.

A equipe técnica do candidato queria votar a iniciativa agora para iniciar o novo governo em um cenário mais favorável, evitando que a discussão em torno da reforma paralisasse a pauta econômica no próximo ano.

Segundo relatos, no entanto, um interlocutor do economista Paulo Guedes, guru econômico de Bolsonaro, sondou os presidentes da Câmara e do Senado se havia ambiente para aprovar uma reforma neste ano.

A resposta foi negativa, o que desanimou o entorno do candidato, que preferiu deixá-la para o início de 2019.

Caso Bolsonaro seja eleito, no entanto, a equipe do candidato discute alterações no Orçamento para 2019.
FONTE NOTICIAS AO MINUTO  

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